terça-feira, 26 de maio de 2015

Confissões de um Adolescente 
                                                 A realidade dos Adolescentes 

    Confissões de Adolescente é um filme de comédia brasileira que narra a história de quatro irmãs que precisam ajudar o pai, que esta passando por dificuldades financeiras. Cada uma delas segue um caminho diferente – arrumar um emprego, esconder um relacionamento, perder a virgindade e a mais estudiosa das irmãs procura saber lidar com as paqueras, porque é insegura.
    Só o amor fraternal entre elas é capaz de fazer esse quarteto passar pelas experiências da idade da melhor forma possível e juntas retomarem as forças para superarem todas as barreiras pelo caminho.
     O filme foi lançado com classificação indicativa de 12 anos, mas a censura foi alterada, pois foram feitas muitas reclamações das cenas de sexo e de drogas, presentes no filme. Esse filme foi lançado em maio de 2013 com a participação de Sophia Abrahão, Bella Camero, Malu Rodrigues e Clara Tiezzi que faziam o papel das quatro irmãs ( Tina, Bianca, Alice, Karina) dentre outros atores como Olivia Torres, Eduardo Melo, Deborah Secco, Maria Mariana, Caio Castro,Thiago Lacerda, etc.

     O filme é bastante interessante, pois procura mostrar a realidade atual dos adolescentes, falando sobre todos os assuntos.Porém, deveriam ter revisto a classificação indicativa.  
Valente

         Merida é uma princesa, criada por sua mãe para seguir etiquetas e depois suceder o trono. Mas o que realmente deseja é cavalgar e atirar arco e flecha. Ela quer ser livre.
         Quando seus pais fazem uma competição para decidir quem será o seu marido, ela fica furiosa e vai para a floresta. Lá ela encontra uma bruxa, e pede para ela mudar sua mãe. Depois do feitiço feito, percebe que não era aquilo que ela desejava, e acaba causando muita confusão.
          O filme é feito com os melhores efeitos especiais da Disney Pixar. Com um ótimo roteiro, baseado em uma antiga lenda escocesa. É emocionante e cativante, ele prende o telespectador pelas suas cenas de aventura e comédia.
          Ele é dirigido por Mark Andrews e Brenda Chapman. Dublado por Emma Thompson (Harry Potter), Kelly Mcdonald e Billy Connoly.
          É um filme surpreendente pela qualidade do 3D, todos os detalhes nos fazem sentir verdadeiramente na Escócia. Retrata o vínculo de uma família e a personalidade própria de cada um  dos personagens.


                                                                                                  Gabriela Dutra

                                                                                                          3°B
Malévola, a verdadeira história de  “A Bela Adormecida”

   
 Baseado no conto “A Bela Adormecida”, o filme narra a história de Malévola, a protetora do reino dos Moors. Desde criança, Malévola é uma garota com chifres e asas, que tenta manter a paz entre seu reino e o reino vizinho (reino dos humanos). Mas tudo muda quando, ainda criança, Malévola se apaixona pelo garoto Stefan, que faz parte do reino inimigo. Os dois começam a viver um romance, mas a ambição de Stefan em se tornar líder de seu reino, o faz abandonar Malévola.
     Após o ocorrido, a garota cresce e se torna uma mulher amarga e em busca de vingança, acreditando que não existe o amor verdadeiro. A sua vingança foi amaldiçoar a filha recém-nascida de Stefan, a pequena princesa Aurora. Mas o inesperado acontece. Com o passar do tempo, Malévola começa a desenvolver um sentimento de amor e de amizade por Aurora.
    O filme, lançado em 2014, pela Disney, foi um grande sucesso e é impossível falar de Malévola e não falar da ótima interpretação de Angelina Jolie.
    Não podemos esquecer os efeitos especiais excelentes e da eficiência dos atores Sharlto Copley (como Stefan), Elle Fanning (como Aurora), entre outros. O que mais chama a atenção no filme é a retratação de amor e ódio de Malevóla e o fato do amor demonstrado no longa ser diferente do que estamos acostumados a ver nos filmes da Disney.
                                                                                                             Ana Karolina Vitor
                                                                                                                               3°B
“Quem é você Alasca?” As últimas palavras

            O livro traz a história de Miles Halter, um garoto solitário que adorava ler biografias e tinha como hobbie colecionar últimas palavras. Uma dessas últimas palavras provoca em Miles uma vontade gigantesca de mudar sua vida monótona e ir à procura do “Grande Talvez”. Diante disso ele decide ir estudar no mesmo colégio que seu pai, o internato Culver Creek.
            No colégio, seu colega de quarto Chip (apelidado de coronel) lhe apresenta, dentre outros amigos, Alasca Young, inteligente, espirituosa, problemática e extremamente sensual. Miles se apaixona por ela logo de início.
            Seus novos amigos em Culver Creek levam-no a viver novas experiências à procura de descobrir quem realmente são.
            O primeiro romance de John Green trata, de maneira intensa, da busca de um adolescente pelo seu verdadeiro “eu”. O livro é dividido em duas partes: o “antes” e o “depois”, o que torna a leitura interessante, mas ao mesmo tempo demonstra, desde o início, que algo muito importante vai acontecer. A divisão dos capítulos é feita por contagem regressiva de dias antes do determinado acontecimento, o que faz o leitor mais curioso pela história.
            Não é uma história clichê de amor adolescente, a história é tensa, inebriante, apreensiva e os fôlegos cômicos são totalmente necessários para que a narrativa seja fluida e leve.


Clícia Gomes Sabará


3°B

Resenha Crítica


A resenha crítica não requer apenas um resumo informativo ou indicativo. A resenha deve ser entendida como uma análise interpretativa e, por esse motivo, irá depender da sua capacidade de relacionar os elementos do texto lido com outros textos, autores e idéias sobre o tema em questão, e também da opinião daquele que escrever a resenha, contextualizando o texto que está sendo analisado.
Resenha crítica é uma descrição minuciosa que compreende certo número de fatos: é a apresentação do conteúdo de uma obra. Consiste na leitura, resumo, na crítica e na formulação de um conceito de valor do livro feito pelo resenhista.
Ao elaborar uma resenha crítica deve-se procurar resumir o assunto, apontar as deficiências e/ou pontos que, sob a sua ótica, poderiam ser melhor trabalhados (lembre-se que tais pontos podem estar fora do escopo da obra analisada), sem entrar em muitos pormenores e, ao mesmo tempo, destacar os pontos fortes com ponderação e sem bajular. Como uma síntese, a resenha deve ir direto ao ponto, mesclando momentos de pura descrição com momentos de crítica direta.
Muita gente ainda fica em dúvida sobre a estrutura de uma resenha, e é claro que existem algumas sugestões que podem ser bastante úteis. Entretanto, deve-se pensar nessas sugestões de estrutura como um guia para a sua redação, e não como um formulário. O texto deve ser uno, fluído e suas opiniões devem estar dialogadas com as do autor resenhado ao longo do texto todo, e não apenas no final.
Sugere-se que a resenha não seja muito extensa, e que seja um texto corrido, isto é, não devem ser realizadas separações físicas entre as partes da resenha, como a subdivisão do texto em resumo, análise e julgamento, por exemplo.
Com estas ressalvas em mente, confira algumas orientações utilizadas na disciplina de Metodologia em Ciência da Informação do curso de Pós-Graduação em Ciência da Informação da UnB sobre a estrutura de uma resenha crítica, lembrando que não são itens de formulário, que a redação deve ser corrente, que tais tópicos são apenas diretrizes e que não precisam, necessariamente serem trabalhados nessa ordem:
1. Situe o texto no contexto da vida e da obra do autor, assim como no contexto da cultura de sua especialidade, tanto do ponto de vista histórico como do ponto de vista teórico;
2. Explique os pressupostos filosóficos do autor que justifiquem suas posturas teóricas;
3. Aproxime e associe as idéias do autor expressas na unidade com outras idéias relacionadas à mesma temática;
4. Exerça uma atitude crítica frente às posições do autor em termos de:
a) coerência interna da argumentação;
b) validade dos argumentos empregados;
c) originalidade do tratamento dado ao problema;
d) profundidade de análise do tema;
e) alcance de suas conclusões e consequências;
f) apreciação e juízo pessoal das idéias defendidas.;


Tirinha


Segmento de história em quadrinhos, apresentado em jornais ou revistas numa só faixa horizontal.





Charge


Charge é uma ilustração humorística que envolve a caricatura de um ou mais personagens, feita com o objetivo de satirizar algum acontecimento da atualidade.
O termo charge tem origem no francês "charger" que significa "carga". A primeira charge publicada no Brasil foi no ano de 1837 e tinha como título "A campanha e o Cujo". Foi criada por Manuel José de Araújo Porto-Alegre, que dentre as funções exercidas na política e ensino, era também pintor e caricaturista.
As charges são muito utilizadas para fazer críticas de natureza política. São normalmente publicadas em jornais ou revistas e conseguem atingir um vasto público. Para interpretar o significado de uma charge, é necessário estar a par dos acontecimentos políticos nacionais e internacionais.






Florbela Espanca

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Florbela Espanca (Vila Viçosa8 de dezembro de 1894 — Matosinhos8 de dezembro de 1930) , batizada como Flor Bela Lobo, e que opta por se autonomear Florbela d'Alma da Conceição Espanca , foi uma poetisa portuguesa. A sua vida, de apenas trinta e seis anos, foi plena, embora tumultuosa, inquieta e cheia de sofrimentos íntimos que a autora soube transformar em poesia da mais alta qualidade, carregada de erotizaçãofeminilidade e panteísmo.


Obra:

Amar


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O AMOR, quando se revela,
 Não se sabe revelar.
 Sabe bem olhar p'ra ela,
 Mas não lhe sabe falar.
 
 Quem quer dizer o que sente
 Não sabe o que há de dizer.
 Fala: parece que mente...
 Cala: parece esquecer...
 
 Ah, mas se ela adivinhasse,
 Se pudesse ouvir o olhar, 
 E se um olhar lhe bastasse
 P'ra saber que a estão a amar!
 
 Mas quem sente muito, cala;
 Quem quer dizer quanto sente
 Fica sem alma nem fala,
 Fica só, inteiramente!
 
 Mas se isto puder contar-lhe
 O que não lhe ouso contar,
 Já não terei que falar-lhe
 Porque lhe estou a falar...
                                          Florbela Espanca







Fernando Pessoa


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Fernando António Nogueira Pessoa (Lisboa13 de junho de 1888 — Lisboa30 de novembro de 1935), mais conhecido como Fernando Pessoa, foi um poetafilósofo e escritor português.
Fernando Pessoa é o mais universal poeta português. Por ter sido educado na África do Sul, numa escola católica irlandesa, chegou a ter maior familiaridade com o idioma inglês do que com o português ao escrever os seus primeiros poemas nesse idioma. O crítico literário Harold Bloom considerou Pessoa como "Whitman renascido" e o incluiu no seu cânone entre os 26 melhores escritores da civilização ocidental não apenas da literatura portuguesa mas também da inglesa.5
Das quatro obras que publicou em vida, três são na língua inglesa. Fernando Pessoa traduziu várias obras em inglês (e.g., de Shakespeare e Edgar Poe) para o português, e obras portuguesas (nomeadamente de António Botts e Almada Negreiros) para o inglês.
Enquanto poeta, escreveu sob múltiplas personalidades – heterônimos, como Ricardo ReisÁlvaro de Campos e Alberto Caeiro–, sendo estes últimos objeto da maior parte dos estudos sobre a sua vida e obra. Robert Hass, poeta americano, diz: "outros modernistas como YeatsPoundElliot inventaram máscaras pelas quais falavam ocasionalmente... Pessoa inventava poetas inteiros." 


Obra:



Presságio


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O AMOR, quando se revela,
 Não se sabe revelar.
 Sabe bem olhar p'ra ela,
 Mas não lhe sabe falar.
 
 Quem quer dizer o que sente
 Não sabe o que há de dizer.
 Fala: parece que mente...
 Cala: parece esquecer...
 
 Ah, mas se ela adivinhasse,
 Se pudesse ouvir o olhar, 
 E se um olhar lhe bastasse
 P'ra saber que a estão a amar!
 
 Mas quem sente muito, cala;
 Quem quer dizer quanto sente
 Fica sem alma nem fala,
 Fica só, inteiramente!
 
 Mas se isto puder contar-lhe
 O que não lhe ouso contar,
 Já não terei que falar-lhe
 Porque lhe estou a falar...
                                       Fernando Pessoa.



José Régio


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José Régiopseudônimo de José Maria dos Reis Pereira, (Vila do Conde17 de Setembro de 1901 — Vila do Conde22 de Dezembro de 1969) foi um escritorpoetadramaturgoromancistanovelistacontistaensaístacronistacríticoautor de diário,memorialistaepistológrafo e historiador da literatura português, para além de editor e diretor da influente revista literária Presença,desenhadorpintor, e grande conhecedor e colecionador de arte sacra e popular.
Foi irmão do poeta, pintor e engenheiro Júlio Maria dos Reis Pereira, que como artista plástico se assinava Julio e como poeta Saúl Dias. Teve mais dois irmãos que se dedicaram às artes plásticas, Apolinário José (1917-2000) e João Maria (1922-2009) e ainda um outro, Antonino Maria (1905-1965), que emigrou jovem para o RecifePernambuco. Duas irmãs morreram cedo. Nunca se casou, mas não era célibe; do seu sentimento amoroso dá conta o seu Soneto de Amor.1 Fumador inveterado, veio a morrer vítima de ataque cardíaco.


Obra:

Soneto de Amor
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Não me peças palavras, nem baladas,
Nem expressões, nem alma... Abre-me o seio,
Deixa cair as pálpebras pesadas,
E entre os seios me apertes sem receio.

Na tua boca sob a minha, ao meio,
Nossas línguas se busquem, desvairadas...
E que os meus flancos nus vibrem no enleio
Das tuas pernas ágeis e delgadas.

E em duas bocas uma língua..., — unidos,
Nós trocaremos beijos e gemidos,
Sentindo o nosso sangue misturar-se. 
                                                                      
Depois... — abre os teus olhos, minha amada! 
Enterra-os bem nos meus; não digas nada... 
Deixa a Vida exprimir-se sem disfarce! 
                                                            José Régio.




Ricardo Reis


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Ricardo Reis (19 de setembro de 1887) é um dos quatro heterônimos mais conhecidos de Fernando Pessoa, tendo sido imaginado de relance pelo poeta em 1913 quando lhe veio à ideia escrever uns poemas de índole pagã. Nasceu no Porto, estudou num colégio de jesuítas, formou-se em medicina e, por ser monárquico, expatriou-se espontaneamente desde 1919, indo viver no Brasil. Era latinista por formação clássica e semi-helenista por autodidactismo. Na sua biografia não consta a sua morte, no entanto José Saramago faz uma intervenção sobre o assunto em seu livro O Ano da Morte de Ricardo Reis, situando a morte de Reis em 1936.


Obra:

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Prefiro Rosas, meu Amor, à Pátria
Prefiro rosas, meu amor, à pátria, 
E antes magnólias amo 
Que a glória e a virtude. 

Logo que a vida me não canse, deixo 
Que a vida por mim passe 
Logo que eu fique o mesmo. 

Que importa àquele a quem já nada importa 
Que um perca e outro vença, 
Se a aurora raia sempre, 

Se cada ano com a primavera 
As folhas aparecem 
E com o outono cessam? 


E o resto, as outras coisas que os humanos 
Acrescentam à vida, 
Que me aumentam na alma? 

Nada, salvo o desejo de indiferença 
E a confiança mole 
Na hora fugitiva. 
                                                                Ricardo Reis.